sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dia dos Namorados no Motel...

Dia dos namorados é sempre bom relembrar e dar os toques pro meu povo sofrido.

Se tem uma coisa que sempre achei escrota foi o tal do Motel... Sempre preferi minha casa até mesmo meu quintal para fazer as " safadezas", mas também sempre observei (e contestei) uma fixação que mulher tem ( Ainda mais rocha mirandense )em achar Motel algo excitante. Po se tem uma coisa que Motel não é, é justamante isso.

Em datas festivas como dia dos namorados então chega a ser patético. A começar pela fila imensa na entrada que já torna a experiência algo corta tesão. Isso porque antes de chegar lá no motel você provavelmente já foi a algum lugar antes, pagodes da vida , sociais , etc etc , conversou sobre todos os assuntos que podia imaginar e após esgotar sua capacidade de desenrolo e finalmente achar que é hora do vamos ver é obrigado a chegar no lugar e ficar mais 40 minutos dentro do carro, na merda da fila, inventando assunto ou repetindo tudo que já falaram antes, até porque nem dá pra começar a sacanagem pois geralmente entrada de motel tem mais luz que cassino em las vegas, nem vidro fumê segura (e também se fosse pra galar no carro você não estaria naquela merda de fila).

Finalmente você chega na maldita cabininha da portaria que fica longe pra caralho do carro e pra piorar a "mocinha" sempre demora pra aparecer. (Não sei que nego tem tanto pra fazer lá dentro) Depois de se esticar todo chamando alguém naquela merda daquela cabine surge uma figura com a seguinte pergunta:

- Boa noite, o que o senhor deseja?

(????)

Como assim, "o que o senhor deseja"? Dá até vontade de pedir uma promoção de quarteirão com batata e coca grande, tô tanto tempo nessa fila que já me deu fome de novo. Porra como assim o que eu desejo? Desejo praticar o ato sexual , galar , esvaziar o meu mlk , praticar um mma pelado com essa senhora aqui do meu lado. Isso é claro, se vocês permitirem.... e aí começa algo pior ainda:

- Senhor QUAL tipo de quarto o senhor deseja?

Fato é, NUNCA tem o quarto mais barato, NUNCA. E convenhamos meus caros... Ali estamos SOMENTE com UMA finalidade. Precisamos de MUITO POUCO ( uma cama , um fisico em dia e uma vontade insaciavel de ficar leve). Claro que as mulheres não pensam assim... por elas, quanto mais parecido com a disney melhor. E vem a porra da mulher berrando (a distancia é de 2 kilometros) lá da cabine e você acaba em um fogo cruzado com sua mulher gritando do outro lado sem te dar tempo da sua resposta:

- O senhor quer a suíte com ou sem hidromassagem?
- COM HIDROMASSAGEM
- PISTA DE DANÇA COM GELO SECO?
- SIIIMMMM
- PISCINA COM CASCATA OU SEM CASCATA
- CASCAAAAATA
-SAUNA SECA OU A VAPOR

Porra me vê então logo uma com uma pista de snowboard e pula pula. Quando você vê acabou fechando uma suíte de 3 andares (pior que isso existe). Agora eu te pergunto, para que uma pessoal normal aluga uma suite de 3 andares num motel? Pra brincar de pique esconde caralho? Pior que isso é oferecer pernoite de 12 horas... HAHAHA QUEM PRECISA DE 12 HORAS NUM MOTEL? QUEM MENTE ASSIM? Convenhamos que 6 horas tá de bom tamanho não é? As vezes até 5 ...... minutos sei lá.


Sério, motel que oferece 12 horas tinha que ter um playstation no quarto, campo de futebol, ETC... Que aí dá até pra chamar os amigos depois do ato sexual , terminou o vamos ver começa um campeonatozinho de fifa13. Nada mais justo.

Enfim, você chega na garagem, fica meia hora pra descobrir como fecha a merda do portão, as vezes é no botão, as vezes na manivela pra puxar e geralmente quando é de botão você pensa que é na manivela. Então faz uma força descomunal, usa praticamente toda sua energia tentando fechar o maldito portão, chega a se pendurar nele até descobrir a merda do botão escondido embaixo da escada.

Ah e claro, tem as suites sem garagem, nessas além de você passar pelo constrangimento de esbarrar com milheres de casais (e sempre tem aqueles que olham para a mulher que vc levou e pensam... ihh esse ai se deu bem... ) você geralmente pega um número de quarto muito fudido de longe. Do tipo, suite 275. O primeiro número que você enxerga é o 124 e logo em seguida percebe que estão em ordem sequencial. Até você chegar no 275 seu horário já acabou. Entra na porta e tá o interfone tocando avisando que o tempo está esgotado.

Mas voltando pra garagem, sempre começa a sacanagem ali na subidinha pro quarto né? Até porque nessa altura você já até tinha esquecido o que havia ido fazer naquele lugar. Então vai subindo tropeçando, mão pra cá, mão pra lá, levanta saia, tira a camisa, tenta 23 vezes enfiar a chave na porta e quando entra............

TÁ A PORRA DO JORGE VERCILO CANTANDO DENTRO DO QUARTO:

Nada vai me fazer desistir do amor... nada vai me fazer desistir de encontrar todo dia o seu sabor... nada vai me livrar do amor...


Numa boa o que eu queria era tão simples, algo que existe desde adão e eva, e FINALMENTE QUANDO VOCÊ CONSEGUE NORMALIZAR O AMBIENTE ( depois de ter toamdo uam surra do controle remoto , tentando ligar a tv e ligou a hidro , tentou desligar a hidro ja molhou a porra toda e assim vai ) e dá aquele ataque soviético sua conjuge solta a pérola:

- Peraí, para, para, para... espera só um pouquinho que eu vou me ajeitar...

AAAAAAAAHHHHHHHHHHH daí você fica lá na cama... fazendo sala pro seu garoto jr . Faz um carinho no rapaz, pede desculpa, liga no pornô (toma esporro porque ligou no pornô)

Pior só quando vem as novidades né?

- Olha amor, esse gelzinho de menta, "esquenta a relação", deve dar uma sensação ótima ( NÃO CAIA NESSA É FURADA SEMPREEEE )

Da primeira vez que você usa, não conhece porra nenhuma, já está sem paciência, não há quem não tenha, digamos, exagerado na dose. Eu já bezuntei o garotão. Era papo de chegar a suar. Calor filho da puta que bateu, jurava que vi meu Jr gritar

SOCOOOOOOOOOOOOORROOOOOOOOOOOO, O QUE EU FIZ PRA IR PRA FOGUEIRA??? EU TAVA DURO MERDA, EU TAVA DURO....

Acho que eu fiquei com uns 39 de febre, sem contar que latejava, dava pra tirar a pulsação por ele...

- Cade a cascata? cade a cascata? pega o elevador ai pro quinto andar da suite.....

Melhor é ficar na halls preta mesmo

E no final, na hora de pagar a conta astronômica, ainda vem aquele tiozinho que olha pra sua cara (enquanto geralmente a mulher se esconde no quarto pq ela tem vergonha do tiozinho, vai saber pq) como se fosse a coisa mais normal do mundo do tipo: eu não estou pensando que você acabou de trepar...

- ACEITA UM CAFÉZINHO SENHOR?
- Não obrigado
- Posso colocar 10%
- Porra pq? Você me ajudou a comer alguém?

Enfim, na necessidade o motel vem a calhar, mas como opção é melhor que seja a última.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ouvir Estrelas



"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las muitas vezes desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda noite, enquanto
A Via Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir o sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizes, quando não estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".

Olavo Bilac

sábado, 16 de junho de 2012

Até Quando?

oi...
tem tempo que não passo por aqui...
tem tempo que não escrevo ou posto nada por aqui...
mas sei que aqui esta meu espaço de ostra.....
e lá vai...
mais um grãozinho de areia ferindo, doendo e me transformando.
Meu consolo é saber que sairei mais forte...
mas por que tem que ser assim???
por que tem que doer??
por que tem que machucar???
Dói a alma,
o coração...
parece que esta tudo quebrado aqui dentro.
dói tudo...
Até quando?
solidão?
tristeza?
tudo me machucando....
Até quando??.....

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Mulher

Tem tempo que eu não deixo nada por aqui...
resolvi começar bem o ano com essa colaboração da Isis.
Valeu Amiga Violeta!!!!!

Meu nome é MULHER!

Eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!

(O Autor é Desconhecido, mas um verdadeiro sábio...)

domingo, 23 de maio de 2010

DIÁRIO DE UMA PERERECA DEPILADA (1912)

sou depiladora e fiz muitas mulheres passaram por tal situação. O que eu ouvia de xingamento não era normal. Mas a minha situação também não era nada agradável. Pena que só eram mulheres. hehehehehel


“Tenta sim. Vai ficar lindo.”Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.
Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.
Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando.
Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.
Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.
De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas.
Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.
Uma mistura de Calígula com O Albergue. – Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim.
Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha.
Ali estavam os aparelhos de tortura.
Vi coisas estranhas.
Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.
Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão.
Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo,
mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- É… é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganha.da, né?
Ela riu. Que situação.
E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem.
Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal.
Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.
Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa.
Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”.
Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou.
A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.
Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.
Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ?
Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho , ele teria balançado com a respiração das duas.
Estavam bem perto dali.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
“Me leva daqui, Deus, me teletransporta”.
Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada.
Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida.
E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope.
Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bu.nda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar.
Eu não podia ver o que Pê via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê.
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?
Nem minha ginecologista.
Quis chorar, gritar, pei.dar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim… sonhei de novo com o c.u de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade.
Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação.
Sei que ela deve ver mil
cus por dia.
Aliás, isso até alivia minha situação.
Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos?
E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento.
Pê puxou a cera.
Achei que a bun.da tivesse ido toda embora.
Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali.
Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais.
Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. Por que não arrancou tudo de uma vez?
Virei e segurei novamente a bandinha.
E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Era dor demais, vergonha demais.
Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito.
Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda…
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo.
Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?
Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao cu.
O que seria baixar a calcinha?
E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso.
Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas.
Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso.
Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o
primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada.!!!


Divisão de bens entre Adão e Eva.

Quando Deus criou Adão e Eva, disse aos dois: Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi Em pé e... Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando: - Eu! Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor, por favor, Sim? Me facilitaria a vida substancialmente! Por favor! Por favor! Por Favor! Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão. Adão ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden Fazendo xixi em todas as árvores.
Correu pela praia fazendo desenhos com Seu xixi na areia. Brincava de chafariz.

Acendia uma fogueirinha e Brincava De bombeiro...
Deus e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou A Deus:
- E... Qual é o outro presente?
Deus respondeu:


Cérebro, Eva, cérebro .